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O secretário municipal de Cultura e Turismo, Cláudio Tinoco, e o presidente da Saltur, Isaac Edington, estarão à disposição da imprensa para uma avaliação da primeira noite oficial de Carnaval, nesta sexta-feira, às 10h30, na Sala de Imprensa Oficial José Raimundo, montada na Praça Dois de Julho, no Campo Grande.

 

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A Prefeitura inaugura nesta quinta-feira (20), às 11h, a Sala de Imprensa Oficial do Carnaval, que este ano vai se chamar José Raimundo, um dos jornalistas mais experientes e queridos da Bahia e do Brasil. O espaço fica localizado na Praça Dois de Julho, no Campo Grande, próximo ao Camarote Oficial da Prefeitura.  O prefeito ACM Neto participa do evento.

Foi contando histórias sobre comunidades no interior do Brasil que a imagem do repórter José Raimundo Carneiro de Oliveira, ou simplesmente José Raimundo, de 65 anos, ficou conhecida pelo público em todo o país. Mas, para quem trabalha com o filho ilustre de Riachão do Jacuípe, no sertão baiano, que hoje também apresenta o programa Bahia Rural, na TV Bahia, ele é muito mais que um profissional premiado – é, também, uma pessoa conhecida pela humildade, generosidade e pelos bons papos. 

E foi uma trajetória de quase 42 anos de jornalismo que fez com que Zé, para os mais próximos, fosse o homenageado de 2020 da Sala de Imprensa Oficial do Carnaval, estrutura montada pela Prefeitura para apoio aos profissionais de comunicação que cobrem a maior festa popular de rua do mundo. 

“Olha, recebo essa homenagem com muita honra, acima até do meu merecimento. Não sei o que dizer, me sinto agradecido pela iniciativa, até por acontecer na gestão do prefeito ACM Neto, que é uma pessoa diferenciada na área da administração pública, que valoriza a cultura baiana, as festas populares e o Carnaval, além de praticamente ter reconstruído a cidade”, salientou o profissional.

Início – José Raimundo contou que a escolha pela carreira jornalística foi uma vocação natural, já que não teve qualquer membro da família atuando na área – o pai, por exemplo, era marceneiro - nem qualquer influência de uma outra pessoa na profissão. “Sempre gostei de escrever, falar no microfone, em Riachão do Jacuípe já fazia serviço de alto-falante. Talvez tenha nascido com essa vocação mesmo”.

Na segunda metade da década de 1970, já em Salvador, trabalhava como caixa no Banco do Estado da Bahia (Baneb) quando fez um teste na Rádio Sociedade, na época pertencente ao grupo Diários Associados. Como não havia vaga de locutor, ficou aguardando uma oportunidade.

“Um belo dia, o diretor da TV Itapoan entrou na redação e pediu socorro à rádio, pois o único repórter que a emissora adoeceu. Então, meu chefe falou ‘olha, tem esse menino aí, se quiser fazer um teste com ele'. E a minha primeira reportagem, em julho de 1978, foi sobre a sequência de fechamento de açougues pela Sunab (Superintendência Nacional de Abastecimento) no Dois de Julho. E daí comecei na televisão”, relatou. A partir de então, passou pela TV Aratu (então afiliada da TV Globo na década de 1980), atuou em São Paulo e Recife e voltou à Bahia em 1989.

Paixão pela TV – A preferência em atuar na TV aconteceu devido a uma identificação com o meio. “É uma rotina de trabalho estressante, mas desafiadora. O relógio é sempre um adversário, principalmente em matérias do dia a dia, mas isso acabou fazendo parte da minha trajetória. Gosto desses desafios, de testar, aprender e executar”, revelou.
                              
Dentro do jornalismo televisivo, o coração bate mais forte por matérias ligadas ao meio ambiente, investigativas e com assuntos populares, que representem uma interlocução entre a TV e as comunidades mais carentes. “Essa interlocução me atrai bastante. Gosto de conversar, ouvir e aprender com as pessoas, de abordar temas em comunidades carentes que precisam de voz, por exemplo, em denúncias de corrupção. Reportagens principalmente com as pessoas mais humildes, pois me identifico muito com essas pessoas e aprendo com elas”, destaca José Raimundo.

Transformação – Da primeira cobertura do Carnaval de Salvador, em 1979, lembrou da pauta diária dos blocos, com foliões que usavam mortalhas e das pessoas fantasiadas nas festas em clubes sociais. “Lembro que o que mais me encantava era o encontro dos trios na Praça Castro Alves, comandados por seu Osmar e filhos e onde apareciam Gil, Caetano, Baby, Pepeu e até mesmo Jimmy Cliff, momento mágico que fez a praça parar a ver o show”.

Com a folia soteropolitana em evolução, surgiu um período considerado pelo repórter como de “segregação social”, no qual só quem tinha dinheiro comprava abadá para curtir as atrações, e quem não tinha ficava espremido pelos blocos. Hoje, vê um Carnaval mais democrático, com mais apresentações, mais trios e a Prefeitura patrocinando as atrações para o povo.

“Hoje eu acho que a folia voltou a ser mais popular, mais ampliada. É uma festa onde as pessoas extravasam, se entregam à alegria, e em Salvador isso é feito de forma peculiar, como um momento de aproveitar a vida, a alegria personalizada atrás do trio elétrico. A pipoca mesmo é a coisa mais bonita de se ver. Quem não gosta de ver Bell, Ivete ou Claudinha puxando a pipoca?”, avaliou.

No início da carreira, mesmo com o trabalho no Carnaval, José Raimundo contou que dava um jeito de curtir a festa. Costumava sair com o Paroano Sai Milhó, de quem é fã e amigo dos integrantes, espremido entre os grandes blocos. Como o grupo é formado por músicos, tocava algum instrumento? “Sim, radiola!”, respondeu, rindo bastante.

“Claro que gostava do Chiclete, que era Traz os Montes, Ademar (e Banda Furtacor), Luiz Caldas, pessoas do axé que sempre foram importantes para mim e para quem trabalhava, pois eram fontes de pautas. O fricote mesmo era uma dança espetacular. O Carnaval de Salvador sempre foi de lançar moda, sempre perguntávamos qual era a novidade daquele ano”.

Estrutura - A Sala de Imprensa Oficial do Carnaval José Raimundo, montada na Praça Dois de Julho, no Campo Grande, contará com toda a infraestrutura necessária para atuação dos profissionais de comunicação credenciados, com mesas, computadores e acesso à internet, nos mesmos moldes de uma redação. Além disso, haverá um espaço reservado para coletivas de imprensa.

O horário de funcionamento será de de 8h às 22h, de sexta-feira (21) a terça-feira (25). O telefone é o (71) 3202-6265 e o e-mail é o secom@ salvador. ba. gov. br.

 

 

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Espaço homenageia este ano o jornalista José Raimundo e seus mais de 40 anos de cobertura da folia

A Prefeitura inaugura nesta quinta-feira (20), às 11h, a Sala de Imprensa Oficial do Carnaval, que este ano vai se chamar José Raimundo, um dos jornalistas mais experientes e queridos da Bahia e do Brasil. O espaço fica localizado na Praça Dois de Julho, no Campo Grande, próximo ao Camarote Oficial da Prefeitura. O prefeito ACM Neto participa do evento.

Foi contando histórias sobre comunidades no interior do Brasil que a imagem do repórter José Raimundo Carneiro de Oliveira, ou simplesmente José Raimundo, de 65 anos, ficou conhecida pelo público em todo o país. Mas, para quem trabalha com o filho ilustre de Riachão do Jacuípe, no sertão baiano, que hoje também apresenta o programa Bahia Rural, na TV Bahia, ele é muito mais que um profissional premiado – é, também, uma pessoa conhecida pela humildade, generosidade e pelos bons papos.

E foi uma trajetória de quase 42 anos de jornalismo que fez com que Zé, para os mais próximos, fosse o homenageado de 2020 da Sala de Imprensa Oficial do Carnaval, estrutura montada pela Prefeitura para apoio aos profissionais de comunicação que cobrem a maior festa popular de rua do mundo.

“Olha, recebo essa homenagem com muita honra, acima até do meu merecimento. Não sei o que dizer, me sinto agradecido pela iniciativa, até por acontecer na gestão do prefeito ACM Neto, que é uma pessoa diferenciada na área da administração pública, que valoriza a cultura baiana, as festas populares e o Carnaval, além de praticamente ter reconstruído a cidade”, salientou o profissional.

Início – José Raimundo contou que a escolha pela carreira jornalística foi uma vocação natural, já que não teve qualquer membro da família atuando na área – o pai, por exemplo, era marceneiro - nem qualquer influência de uma outra pessoa na profissão. “Sempre gostei de escrever, falar no microfone, em Riachão do Jacuípe já fazia serviço de alto-falante. Talvez tenha nascido com essa vocação mesmo”.

Na segunda metade da década de 1970, já em Salvador, trabalhava como caixa no Banco do Estado da Bahia (Baneb) quando fez um teste na Rádio Sociedade, na época pertencente ao grupo Diários Associados. Como não havia vaga de locutor, ficou aguardando uma oportunidade.

“Um belo dia, o diretor da TV Itapoan entrou na redação e pediu socorro à rádio, pois o único repórter que a emissora adoeceu. Então, meu chefe falou ‘olha, tem esse menino aí, se quiser fazer um teste com ele'. E a minha primeira reportagem, em julho de 1978, foi sobre a sequência de fechamento de açougues pela Sunab (Superintendência Nacional de Abastecimento) no Dois de Julho. E daí comecei na televisão”, relatou. A partir de então, passou pela TV Aratu (então afiliada da TV Globo na década de 1980), atuou em São Paulo e Recife e voltou à Bahia em 1989.

Paixão pela TV – A preferência em atuar na TV aconteceu devido a uma identificação com o meio. “É uma rotina de trabalho estressante, mas desafiadora. O relógio é sempre um adversário, principalmente em matérias do dia a dia, mas isso acabou fazendo parte da minha trajetória. Gosto desses desafios, de testar, aprender e executar”, revelou.

Dentro do jornalismo televisivo, o coração bate mais forte por matérias ligadas ao meio ambiente, investigativas e com assuntos populares, que representem uma interlocução entre a TV e as comunidades mais carentes. “Essa interlocução me atrai bastante. Gosto de conversar, ouvir e aprender com as pessoas, de abordar temas em comunidades carentes que precisam de voz, por exemplo, em denúncias de corrupção. Reportagens principalmente com as pessoas mais humildes, pois me identifico muito com essas pessoas e aprendo com elas”, destaca José Raimundo.

Transformação – Da primeira cobertura do Carnaval de Salvador, em 1979, lembrou da pauta diária dos blocos, com foliões que usavam mortalhas e das pessoas fantasiadas nas festas em clubes sociais. “Lembro que o que mais me encantava era o encontro dos trios na Praça Castro Alves, comandados por seu Osmar e filhos e onde apareciam Gil, Caetano, Baby, Pepeu e até mesmo Jimmy Cliff, momento mágico que fez a praça parar a ver o show”.

Com a folia soteropolitana em evolução, surgiu um período considerado pelo repórter como de “segregação social”, no qual só quem tinha dinheiro comprava abadá para curtir as atrações, e quem não tinha ficava espremido pelos blocos. Hoje, vê um Carnaval mais democrático, com mais apresentações, mais trios e a Prefeitura patrocinando as atrações para o povo.

“Hoje eu acho que a folia voltou a ser mais popular, mais ampliada. É uma festa onde as pessoas extravasam, se entregam à alegria, e em Salvador isso é feito de forma peculiar, como um momento de aproveitar a vida, a alegria personalizada atrás do trio elétrico. A pipoca mesmo é a coisa mais bonita de se ver. Quem não gosta de ver Bell, Ivete ou Claudinha puxando a pipoca?”, avaliou.

No início da carreira, mesmo com o trabalho no Carnaval, José Raimundo contou que dava um jeito de curtir a festa. Costumava sair com o Paroano Sai Milhó, de quem é fã e amigo dos integrantes, espremido entre os grandes blocos. Como o grupo é formado por músicos, tocava algum instrumento? “Sim, radiola!”, respondeu, rindo bastante.

“Claro que gostava do Chiclete, que era Traz os Montes, Ademar (e Banda Furtacor), Luiz Caldas, pessoas do axé que sempre foram importantes para mim e para quem trabalhava, pois eram fontes de pautas. O fricote mesmo era uma dança espetacular. O Carnaval de Salvador sempre foi de lançar moda, sempre perguntávamos qual era a novidade daquele ano”.

Estrutura - A Sala de Imprensa Oficial do Carnaval José Raimundo, montada na Praça Dois de Julho, no Campo Grande, contará com toda a infraestrutura necessária para atuação dos profissionais de comunicação credenciados, com mesas, computadores e acesso à internet, nos mesmos moldes de uma redação. Além disso, haverá um espaço reservado para coletivas de imprensa.

O horário de funcionamento será de de 8h às 22h, de sexta-feira (21) a terça-feira (25). O telefone é o (71) 3202-6265 e o e-mail é o secom@ salvador. ba. gov. br.

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O prefeito ACM Neto participa hoje (18) do Pipoco, em mais uma noite de pré-Carnaval em Salvador. Ele vai desfilar no trio de Léo Santana, com saída programada para as 19h, em frente ao Clube Espanhol.

 

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O prefeito ACM Neto lança nesta quarta-feira (19), às 9h30, a campanha municipal contra doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) no Carnaval de Salvador. O evento acontece no módulo de saúde da Barra, localizado na Rua Dias Dávila, em frente a agência do Bradesco e na transversal com a Marques de Leão. Na ocasião, o prefeito e o o secretário municipal de Saúde, Leo Prates, vistoriam o módulo erguido para a festa.

Logo depois, às 10h45, ACM Neto vistoria as estruturas erguidas para o Carnaval no Campo Grande. Em seguida, acompanha as obras da Avenida Sete de Setembro, que não irão atrapalhar o andamento da folia.

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Faltando dois dias para o início oficial do Carnaval, o prefeito ACM Neto inaugura nesta terça-feira, às 9h30, as obras de requalificação da segunda etapa da nova orla de Ondina. A solenidade acontece no calçadão da Avenida Oceânica, em frente ao Camarote Salvador (antigo posto de combustível), em Ondina, e terá ainda a presença do vice-prefeito e secretário de Infraestrutura e Obras Públicas, Bruno Reis. 

 Os trechos requalificados nesta etapa têm pouco mais de 1,6 km, e vão da Praça das Gordinhas (Eliana Kértesz) até a Praça Orugan e do restaurante Sukiyaki até a Curva da Paciência. As intervenções envolveram colocação de novo asfalto e passeio em concreto, ciclovia, meio-fio em granito, iluminação em LED, drenagem e requalificação da Praça das Gordinhas. 

 Com as obras, a mobilidade vai melhorar na região. A Praça das Gordinhas terá um binário até a Rua Sabino Silva. A marginal da Avenida Oceânica terá sentido único na direção Rio Vermelho-Barra. Já a avenida terá sentido único na direção Barra-Rio Vermelho. 

 

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Construída pela Prefeitura, a Praça de Saramandaia, um importante espaço de lazer para os moradores do bairro, será entregue neste sábado (15), às 9h30, na 1ª Travessa Mário Kértesz, s/n. A inauguração será feita às 9h30 e contará com a presença do prefeito ACM Neto e do vice e secretário de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra), Bruno Reis, além de outras autoridades.

O primeiro espaço de lazer da comunidade foi elaborado pela Universidade Federal da Bahia (Ufba) e executado pela Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal). A praça foi construída em uma área de 7.550,50 m² e possui área verde de 951 m².

Em atendimento ao que foi solicitado pela comunidade, a praça vai contar com academia de saúde, parque infantil, quadra poliesportiva, área de quiosque, área de mesa de jogos, pavimentação, acessibilidade e comunicação visual, além de uma via construída para dar acesso ao equipamento. Antes da construção da praça, o local passou por um serviço de macrodrenagem no entorno, realizado pela Seinfra através da Superintendência de Obras Públicas (Sucop).

O equipamento é fruto de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado entre a Prefeitura e a construtora JHSF, e mediado pelo Ministério Público do Estado da Bahia, como contrapartida pela construção do Shopping Bela Vista.

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Os moradores de Jaguaripe I, na região de Cajazeiras, vão ganhar a Unidade de Saúde da Família (USF) Cajazeiras nesta sexta-feira (14), às 9h, localizada na Rua F, Jaguaripe I, Fazenda Grande II – entrada pela via lateral à Maternidade Albert Sabin. A inauguração terá as presenças do prefeito ACM Neto e do governador Rui Costa.

Construído pelo governo do Estado, o equipamento ficará sob a gestão da Prefeitura. A unidade foi fruto de um intenso processo de reivindicação da comunidade e, com esta entrega, o Distrito Sanitário de Cajazeiras completará nove USF’s a serviço da população.

O espaço terá capacidade para atender cerca de 460 pessoas por dia através da atuação de três equipes de saúde da família e três equipes de saúde bucal. Os profissionais que atuarão na USF são médicos generalistas, cirurgião-dentista, auxiliar de saúde bucal, enfermeiros e agentes comunitários de saúde, além do corpo administrativo.

Serão ofertados serviços de saúde com foco principal na atenção primária através dos programas de pré-natal, hipertensão, diabetes, controle da tuberculose, hanseníase e doença falciforme para crianças, adultos e idosos. Além disso serão disponibilizados serviços de curativo, coleta de material para exames laboratoriais, vacina, marcação de consultas e dispensa de medicamentos.

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A Prefeitura formaliza, nesta quinta-feira (13), o apoio institucional às entidades negras que desfilam tradicionalmente no Carnaval de Salvador. O evento ocorrerá às 14h30, no auditório da Fundação Gregório de Mattos (FGM), localizada na Rua do Couro, s/n, Barroquinha. O prefeito ACM Neto estará presente na ocasião, acompanhado pelo vice-prefeito Bruno Reis, diversos representantes das entidades negras da capital baiana e demais autoridades municipais.

 Serão beneficiadas 86 entidades integrantes da Associação do Coletivo de Entidades Carnavalescas de Matriz Africana (Acema), e outro quantitativo de artistas e grupos independentes. O apoio institucional será destinado a entidades nas mais variadas representações, a exemplo de afoxés, afros, índios e artistas de representatividade nos bairros, dentre outros.

 A proposta da Prefeitura é ofertar as condições propícias para que entidades com os mais variados portes e que apresentam desde ritmos como o samba até o reggae possam desfilar na folia fazendo a manutenção da cultura soteropolitana. Dentre as diretrizes de apoio da Prefeitura estão a isenção de alguns tributos para os grupos de menor porte, patrocínio através da Empresa Salvador Turismo (Saltur) e divulgação.

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